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  • Foto do escritorDittrichi Comunicação

Conflitos em condomínios: conheça os mais comuns

A convivência condomínios está em evidência: seja em obras de ficção como “Os Outros” (Globoplay), que, apesar de abordar conflitos em uma sociedade polarizada, traz a ação para dentro do condomínio, colocando os conflitos violentos entre os vizinhos; seja nas manchetes policiais, com o caso da babá impedida de usar o elevador de um condomínio por um casal de moradores em Manaus – história que contou com agressões brutais e até tiros, em agosto deste ano. Conflitos em condomínios são uma realidade comum que pode surgir devido a uma variedade de fatores e desafios inerentes à convivência em espaços compartilhados. Esses conflitos podem envolver moradores, síndicos, visitantes e até mesmo funcionários – um exemplo foi o caso moradora de um condomínio de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, que foi presa em flagrante pelos crimes de injúria racial e lesão corporal contra os porteiros do prédio onde reside, em maio deste ano.

 

Embora sejam comuns, quando é que os conflitos escalam e se tornam violência, e o que podemos fazer para impedir que tais coisas aconteçam? Conhecer as fontes dos principais problemas pode ser a chave para uma convivência mais harmoniosa:

 

OS CONFLITOS MAIS COMUNS NOS CONDOMÍNIOS

Disputas por Estacionamento: um dos conflitos mais recorrentes envolve vagas de estacionamento. Moradores podem se desentender sobre a alocação justa de espaços ou comportamentos inadequados de estacionamento.

 

Barulho e Perturbação: ruídos excessivos, festas barulhentas, obras ou uso indevido de áreas comuns podem levar a conflitos entre vizinhos.

 

Animais de Estimação: questões relacionadas a animais de estimação, como latidos constantes, falta de recolhimento de fezes e animais não autorizados, podem causar tensão entre moradores.

 

Inadimplência: atrasos no pagamento das taxas de condomínio podem gerar atritos entre condôminos e a administração do condomínio.

 

Uso de Áreas Comuns: conflitos podem surgir devido a disputas sobre o uso e a manutenção de áreas comuns, como piscinas, churrasqueiras e academias.

 

Questões Estéticas: discrepâncias em relação a mudanças na fachada, cores de pintura ou paisagismo podem desencadear desentendimentos.

 

Mudanças nas Regras: alterações nas regras do condomínio, como restrições a reformas, podem ser fonte de descontentamento.

 

Gestão do Síndico: a administração do síndico pode ser motivo de controvérsia, especialmente se os moradores discordarem de suas decisões ou da transparência na gestão financeira.

 

Segurança: preocupações com a segurança, como falhas nos sistemas de vigilância ou falta de controle de acesso, podem gerar conflitos em relação à proteção dos moradores.

 

Questões Legais: conflitos legais, como disputas de propriedade ou responsabilidades legais, podem surgir e se tornar complexos.

 

Para lidar com esses conflitos de forma eficaz, é essencial que os condomínios tenham regulamentos claros, canais de comunicação abertos e processos de resolução de disputas bem definidos. A mediação e a busca por soluções consensuais também desempenham um papel fundamental na resolução desses desentendimentos, promovendo um ambiente de convivência mais harmonioso e saudável dentro do condomínio. Na dúvida: o regulamento interno e a convenção condominial devem sempre ser seguidos por todos, e o síndico poderá sempre manter um bom jogo de cintura na mediação de conflitos antes de recorrer à atitudes legais e jurídicas.

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