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Gestão de resíduos e lixo: o momento exige cuidados redobrados


Crédito da foto: djedj @ Pixabay

A gestão de lixo e de resíduos costuma sempre ser um tema que atrai a atenção – e às vezes traz dor de cabeça – aos síndicos. Seja pela dificuldade de logística envolvida, seja pela própria conscientização dos condôminos, a gestão correta é um desafio. Em tempos de coronavírus, a gestão do lixo ficou ainda mais delicada, com muitos dos condomínios aprendendo a lidar com um novo tipo de descarte, que não era tão comum às rotinas: o de resíduos perigosos.


Resíduo perigoso é todo aquele que apresenta significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental devido a certas características (inflamável, corrosivo, reativo, tóxico, patogênico, etc). É o caso das pilhas, por exemplo, que não podem ser descartadas no lixo reciclável ou no comum (também chamado de orgânico). Muitos condomínios já possuem coletores específicos para pilhas, para que possa fazer a destinação correta do resíduo. Com o coronavírus, aumentou-se o descarte, por exemplo, de máscaras cirúrgicas descartáveis – um tipo de material que também se encaixa nos resíduos perigosos, por ter potencial de ser material patogênico. Mas, diferente das pilhas, até o manuseio desse tipo de material tanto na hora do descarte pelo condômino, quanto na hora da coleta pelo funcionário responsável.


É o que explica Sérgio Finger, cofundador e CEO da Trashin, uma start-up que trabalha com gestão de resíduos recicláveis, inclusive no condomínio, efetuando coleta seletiva, e oferecendo suporte em sinalização, treinamento e campanha de educação e conscientização do próprio condômino.


O primeiro passo é o cuidado com o funcionário do condomínio que vai lidar com esse resíduo, no transporte de um lugar para o outro. É preciso se preocupar ainda mais com os EPIs (equipamentos de proteção individual) do pessoal que faz a coleta, equipando-os com equipamentos qualificados para resíduos perigosos, pois antes o comum era apenas equipamentos para coleta comum e reciclável”, diz Sérgio. “É preciso embalar a máscara num recipiente menor, de plástico ou de papel, mas que seja bem embalado, a fim de isolar do resto do lixo. Até temos orientado aos síndicos para pensarem em ter um contêiner ou espaço específico para descarte de resíduo perigoso, sendo encaminhado depois para um local adequado que receba esse tipo de resíduo. Mas tendo o cuidado em embalar a máscara em uma sacola separada já ajuda; a própria máscara de tecido, reutilizável, quando for descartar, lavar antes”.

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